A importância da vacinação animal no Rio

O número de cães e gatos vacinados tem sido muito baixo no Rio de Janeiro. Foto: Divulgação

A desastrada decisão do Governo Federal de não liberar recursos para a realização do Censo demográfico – e demais pesquisas fundamentais realizadas pelo IBGE – retira do cidadão dados sobre a quantidade de animais domésticos nos lares no Rio. Pesquisa inédita do Instituto publicada em 2015 garantia que os cães estavam presentes em 35% dos domicílios, enquanto gatos eram acolhidos em 12% dos lares cariocas. O fato é que o número de animais domésticos vem aumentando todos os anos. O assunto merece atenção. O caso de raiva que matou um cão de Duque de Caxias obrigou as autoridades veterinárias e protetores de animais do Rio e demais municípios metropolitanos do Estado a tomarem medidas imediatas em favor da vacinação dos pets. Segundo o presidente da Comissão de Defesa dos Animais da Câmara, Luiz Ramos Filho (PMN), “este caso acendeu um alerta, porque aqui na capital o número de cães e gatos vacinados tem sido muito baixo”.

PESCA

Outro problema foi levantado, mas de outra natureza. O vereador Dr. Marcos Paulo (PSOL), que é fundador da Comissão de Saúde Animal da Câmara Municipal do Rio, ajudou a engavetar o projeto de lei 1971/2020, que pretendia incluir a Semana da Pesca Esportiva no calendário oficial da cidade. O PL caminhava para aprovação unânime até que o vereador chamou a atenção dos colegas para o absurdo da exaltação e chancela da Câmara para uma prática que envolve o sofrimento e a morte de animais. “Precisamos acabar com essa cultura que qualifica os animais como coisas que devem apenas servir para nosso entretenimento. Já passou da hora de entendermos que eles são seres capazes de ter sensações e sentimentos como dor, medo, depressão ou alegria”, enfatizou Dr. Marcos. O PL acabou sendo arquivado com 16 votos contrários e 8 favoráveis.

Sem prioridade para educação
O deputado Paulo Ramos (PDT) se revoltou com a possibilidade de o Enem só acontecer em 2022. “Absurdo! O presidente do Inep, Danilo Ribeiro, disse não garantir que o Enem aconteça este ano. A justificativa é a falta de tempo e orçamento. Nada tem a ver com um programa do governo Bolsonaro de controle da pandemia. É incompetência. Acabar com a educação pública é projeto”.

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