Para políticos, Aeroporto do Galeão deveria receber mais voos. Foto: Divulgação/Infraero
LUTA PELO GALEÃO
Esta semana voltou a ocorrer um problema que acaba fortalecendo a tese de que o Rio não pode ficar dependendo só do Santos Dumont. Um avião que decolou do Rio de Janeiro com destino a Brasília foi obrigado a fazer um pouso de emergência no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão). A companhia aérea informou que houve “problemas técnicos”. O argumento dos parlamentares é que o Galeão por ter pista muito maior aumenta a segurança intrínseca dos voos que partem e saem do Rio e reduz o risco associado ao elevado número de voos que estão partindo e saindo do Santos Dumont que têm que ser limitados na licença ambiental pelo INEA ou por ação da ANAC. Outro fator que precisa ser discutido agora é a obediência ao decreto de emergência sanitária. O Riogaleão ativou o plano de enfrentamento à covid-19, que incluiu ações de treinamento e prevenção com a comunidade aeroportuária, empresas de serviços auxiliares ao transporte aéreo demais prestadores de serviços. Com a retomada da movimentação no terminal, a concessionária colocou em prática uma série de medidas para garantir a segurança de passageiros e da comunidade aeroportuária. O que diz a companhia é que ela está fazendo sua parte e conta com a mobilização para a fase pós-pandemia onde a volta à normalidade terá que ser feita com cuidado.